Edwin Luisi comemora 45 anos de carreira em curta temporada da peça “Alair” no Teatro Nair Bello, e

“Sensível, poético, contemporâneo, necessário. Edwin, um grande ator. Imperdível!”

Marcos Caruso (ator)

“Em um momento de tanto retrocesso no país, a peça é um grito de resistência e de amor em tempos de preconceito.”

Cauã Reymond (ator)

“O estúdio a céu aberto, onde o artista vaticinou cultura, está representado no palco, onde cenário e iluminação, também protagonistas, remontam o clima homoerótico, presente entre a firmeza e o charme dos atores e visto com pujança, na obra do fotógrafo em questão. Uma sofisticada montagem teatral.”

Lenise Pinheiro (fotógrafa)

“A arte e a surpreendente biografia de Alair Gomes é levada ao palco pelo delicado texto de Gustavo Pinheiro. Em uma viagem dos anos 1950 aos 1990, a peça faz referência a fotos devotadas à beleza do corpo masculino, por meio do refinado jogo de luz e sombra. Edwin Luisi dá vida ao artista, com interpretação segura e carregada de emoção. Uma das cenas mais belas do espetáculo é a recriação de imagens de

Alair em uma impecável coreografia.” (Cotação:★★★) Renata Magalhães (crítica Veja Rio)

“Alair apresenta uma nova forma de fazer teatro. O teatro vai ter que se reinventar. E acho que “Alair”tem isso: feito de uma forma simples, honesta, profunda, contando uma história real, de uma forma muito particular e emocionante.”

Julia Lemmertz (atriz)

Sobre a peça...

Nesta montagem, prezo pelo essencial, o mínimo necessário para transitar entre distintos planos, épocas, geografias e lugares por onde Alair passou e viveu, a partir de seu diário-livro, um manifesto homoerótico, cheio de questões a respeito da arte, da convivência e do amor. Uma cena aberta ao humano, revelado a cada digressão, cada arroubo apaixonado ou enfrentamento.”, explica o diretor Cesar Augusto.

A ação se passa três épocas distintas, anos 50, 80 e 90, através de idas e vindas da memória do personagem-título: nos anos 50, quando Alair, ainda jovem, viveu um intenso amor por um jovem militar; nos anos 80, quando fez a viagem à Europa que viria a se tornar a obra A New Sentimental Journey; e nos anos 90, pouco antes de morrer.

Os dois atores que acompanham Edwin dão vida a diferentes personagens da história do fotógrafo, e também recriam, ao longo do espetáculo, imagens icônicas de suas fotos - as poses e movimentos dos rapazes captados pela câmera de Alair.

O autor Gustavo Pinheiro pesquisou durante meses as fotos e os diários de Alair Gomes na Biblioteca Nacional: "O Alair teve o cuidado de documentar não apenas todo o seu pensamento intelectual, mas também os pequenos fatos do dia a dia, aparentemente corriqueiros, mas que retratam uma época e uma existência. É um material riquíssimo e que merece ser mais conhecido, por abordar temas ainda atualíssimos, como preconceito e liberdade."

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