Rainha Ester - Escolhida por Deus para salvar o Povo Judeu

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 Rainha Ester - Escolhida por Deus para salvar o Povo Judeu.

Myrian Rios vive Rainha Ester na volta ao teatro após 20 anos

Peça estreia dia 9 de janeiro no Teatro West Plaza.

Espetáculo marca os 45 anos de carreira da atriz

 

Amigos de muitos anos, a atriz Myrian Rios e o produtor, ator e diretor Rogério Fabiano  estreiam sua primeira parceria no teatro. Aceitaram a sugestão do também produtor Gerardo Franco para montar juntos Rainha Ester, a Escolhida por Deus para Salvar o Povo Judeu, a saga bíblica do antigo Império Persa. Com texto de Cyrano Rosalem,  música de Miguel Briamonte e luz de Rogério Fabiano,  figurinos de Lucienne Cunha e cenário de Karol Marques encontro da equipe tem sabor especial por marcar os 45 anos de carreira da atriz, há duas décadas afastada dos palcos. O espetáculo entra em circuito comercial a partir de 9 de janeiro de 2021 no Teatro West Plaza, para temporada até 28 de fevereiro.

 Quando o texto chegou às suas mãos, Myrian Rios ficou impactada, conhecia a história da mulher que salvou o povo judeu do extermínio e várias outras passagens da Bíblia “a fundo”. Católica praticante, atuou como missionária por mais de uma década na comunidade Canção Nova. “Fiquei deslumbrada, já me vi fazendo a personagem, foi amor à primeira vista.”

 A atriz acredita ser “providência divina, um presente de Deus” encenar um texto bíblico verídico, de uma mulher tão importante para marcar este momento de retorno aos palcos, a rainha mais importante do antigo testamento, como diz.  “Tem um significado especialíssimo pra mim. Toda vez que falo o texto me emociono e sinto o peso da responsabilidade. Em certo ponto da história, a personagem, correndo o risco de ser morta, suplica proteção para conversar com o rei Xerxes sem ser chamada. E eu, Myrian, me vejo misturada com Ester, ao pedir proteção.”

 O texto, as leituras e a montagem

 O autor Cyrano Rosalem começou pesquisando as tentativas de análise da histórica Rainha Ester oriundas da Bíblia. Considerou todas superficiais e partiu para outras fontes. Foi estudar a civilização persa através dos gregos.

 “Daí tirei a informação de como os imperadores persas – no caso, Xerxes – lidavam com suas rainhas. Era sempre da mesma forma. Conseguia-se uma jovem, e descartava-se a velha. No caso de Ester, foi diferente, porque ela, como tinha instrução, peitou o marido. Caso raro, na época. E, por isso, reinou 15 anos. Não só salvou o seu povo, judeu, mas mandava. A Bíblia não diz nada disso. Fui atrás de outras fontes. Textos judaicos antigos, entre outros. O que importa é que a história dela é real. Nos dois sentidos. É rainha, e salvou o povo judeu do extermínio na Pérsia.”

 

Para aproximar a história do público, prendendo sua atenção, o diretor Rogério Fabiano concebeu a personagem Ester como uma contadora de história e solicitou ao autor Cyrano Rosalem que não pesasse muito a mão no drama. A música foi composta especialmente pelo maestro Miguel Briamonte, com impacto e emoção, com o observa o encenador. O cenário abriga três objetos de época em tons sépia e pastel, além de folhas secas espalhadas pelo piso.  O figurino da atriz segue a mesma paleta de cores.

 

No processo de preparação, atriz e diretor passaram dois meses dedicados a uma série de leituras do texto. “Rogério, que é um excelente diretor e ator, foi me dando o tom, me dirigindo frase por frase em um processo para encontrar o tom teatral e não televisivo. Ele deixa você muito à vontade e, ao mesmo tempo, é objetivo, me ajudou demais a colocar vida na rainha Ester”, comenta Myrian, ressaltando que a interpretação em TV é diferente.

 “Fomos bem-sucedidos. O texto é leve, não é dramático, não tem barriga. Myrian está dando um show de interpretação, voltando aos palcos 20 anos depois com classe e elegância. É um espetáculo dinâmico”, entusiasma-se Rogério Fabiano, frisando ainda a importância da projeção na montagem.

 O diretor Rogério Fabiano tem dirigido, em média, três peças por ano. Como ator, há nove

está à frente da Companhia de Teatro Espírita, com quem já viveu Alan Kardec(Alan Kardec, um Olhar para a Eternidade (direção de Ana Rosa), Chico Xavier e, atualmente, Divaldo (Divaldo e Joana). O diretor também tem tempo para atuar e nos últimos anos fez participações em novelas da Globo, além do seriado Dupla Identidade (Glória Perez). Anteriormente esteve em quatro novelas na Record, entre elas, Os Mutantes.

 

Novela no SBT e vida na pandemia

 

Depois de 17 anos longe da televisão, tempo em que se dedicou à atividade de missionária e chegou a cumprir mandato de deputada estadual pelo Rio de Janeiro, Myrian Rios sentiu vontade de voltar a atuar. Aceitou o convite do SBT para viver a personagem Ruth Goulart na novela As Aventuras de Poliana.

 

“Foram quase três anos gravando a novela, formamos uma família, fiquei encantada em trabalhar com a equipe do SBT e conhecer o Sílvio Santos pessoalmente.” Quando a segunda temporada da história estava sendo gravada e os ensaios da peça Rainha Ester também aconteciam, em janeiro de 2020, a pandemia parou tudo. “Existe uma expectativa para voltar a gravar em 2021”, adianta.

 

Morando em São Paulo ao lado do filho mais novo, Pedro Arthur, de 19 anos, por conta do trabalho no SBT, a atriz, que é vegetariana e estava acostumada a comer uma saladinha com arroz e feijão, liberou sua funcionária no início do isolamento, e teve de se virar e aprender a cozinhar. “Foi o lado positivo.”

 

Myrian não teve dificuldade para lidar com o fato de ter de ficar em casa na quarentena. “Gosto de ver séries na TV, de ler e de ter tempo para fazer minhas orações”, diz ela, que  sentiu falta de ir à missa, hábito diário. O lado sofrido foi ter ficado longe do filho mais velho, o rapper carioca Mank, de 24 anos, que permanece no Rio para cursar faculdade de música (“está se formando produtor fonográfico”). ”Está fazendo um ano que não o vejo.”

 

Sinopse do autor

 

Imagine-se uma jovem, no século quinto antes de Cristo, na Pérsia, Oriente Médio, pobre, vendedora de mercado, judia – um povo considerado menor pelos dominadores persas – ver-se sequestrada da família para servir de concubina ao rei. Ela não queria. A família não queria. Mas foi engaiolada e levada para o harém. Quando aconteceu uma chance de contato com o imperador, Xerxes, ela aproveitou para colocar suas ideias e sua postura. Isso a diferenciou das outras. E ela se tornou a preferida. A rainha. Por 15 anos. Era um recorde, na época. Não se sabe o que aconteceu com sua deposição. Mas para o povo judeu ela estabeleceu-se como uma salvadora. E assim é até hoje.

 

Sobre a história

 

Uma intriga entre um ministro do Imperador e o líder do povo judeu quase fez com que o Persa editasse uma lei autorizando o extermínio em massa de todos os Hebreus. Nesse ínterim, surge Ester, uma das mulheres de maior beleza do reino. Colocada de lado pelo Imperador, sua rainha, Vasti foi substituída por Ester. Mas ele não sabia da origem judaica da nova esposa. Quando estava para ser promulgada a lei, Ester revelou sua identidade e a lei foi publicada oficialmente de forma mais branda, permitindo aos judeus se defenderem. Assim todo um povo foi poupado da extinção. Este é o tema central dessa peça.

 

Ficha Técnica

Texto – Cyrano Rosalém.  Direção – Rogério Fabiano. Direção de Produção – Gerardo Franco. Trilha Sonora – Miguel Briamonte. Iluminação –. Rogério Fabiano. Web Designer – Encantus Propaganda. Assessoria de Imprensa – M. Fernanda Teixeira (Arte Plural). Coordenação de Produção – Gerardo Franco. Coordenadora Administrativa – Maria Helena Rios. Realização – MR  ARTES CENICAS.

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